segunda-feira, 1 de novembro de 2010

É mais pesquisa!


Realização:
O Curso de Direito da UNESC tem atuação destacada na pesquisa, sendo o curso que mais produz conhecimento na unidade acadêmica de Ciências Sociais Aplicadas. Resultados dos últimos três anos: mais de 70 acadêmicos beneficiados com bolsas de pesquisa. Nos últimos três anos o Curso de Direito consolidou seus três grupos de pesquisa (NUPEC, NUPED e LADSSC). Isso é Mais Direito!

Proposta:
Fortalecer ainda mais os grupos de pesquisa existentes no Curso de Direito através da participação de um número maior de professores e de acadêmicos e lutar para ampliação dos recursos para bolsas de iniciação científica pela universidade. Chapa 2 é Mais Pesquisa!

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

É mais extensão!

Realização:
Programa Direito em ação. O Curso de Direito tem atuação destacada junto à comunidade, seja por meio do atendimento jurídico prestado nas 4 casas da cidadania (mais de 5 mil atendimentos ao ano) seja por meio de projetos de extensão, como o Direito na Comunidade, com 11.441 pessoas atendidas.

É Mais Direito:
- Aperfeiçoar a política de atendimento das casas da cidadania, priorizando a formação do aluno e mantendo a vocação comunitária de nossa Universidade, melhorando a infraestrutura das casas. É mais prática jurídica qualificada.
-Estimular professores e acadêmicos a participar de programas de extensão, interagindo com a comunidade, proporcionando, assim, a necessária integração entre a teoria e a prática. É mais Direito com qualidade e comprometido com os Direitos Humanos e cidadania.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Prestação de contas e novas ações

Diariamente vou colocar neste blog uma prestação de contas do que já fizemos a frente da coordenação do curso de Direito da Unesc e a nossa proposta para continuar avançando. Chapa 2 é Mais Direito!


Realização: 
O Curso de Direito da UNESC é um dos cursos que têm o maior índice de aprovação no Exame da OAB em SC (Selo OAB Recomenda), além de ótima aprovação de acadêmicos em concursos públicos, como também de acadêmicos e professores em seleção de mestrados e doutorados.

É Mais Direito:
- Manter o elevado índice de aprovação dos acadêmicos no Exame da OAB, mantendo o Selo OAB Recomenda, pelo fortalecimento do projeto pedagógico do Curso de Direto e da qualificação do ensino, estimulando o corpo docente a se qualificar em programas de mestrado e doutorado.

- Rediscutir e aprovar uma nova matriz curricular, que mantenha o curso de excelência que temos e seja menos sacrificante para o estudante. Diminuir já para a matriz curricular vigente o número de pré-requisitos atualmente exigidos

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Mais direito!

Aos leitores do meu blog pessoal comunico que a partir de agora vou usá-lo como ferramenta para prestar contas do que fizemos na atual gestão da coordenação do curso de Direito da Unesc. No próximo dia 10 nossos professores e alunos vão escolher a nova coordenação do curso, por isso vamos também colocar aqui as nossas propostas para seguirmos com um Direito de qualidade e que é respeitado nacionalmente. Conheça nosso primeiro material de campanha:
Gostaria de agradecer a todos que estão envolvidos neste projeto. Em nome de todos agradeço ao professor João Carlos por ser este grande companheiro nesta caminhada. Dia 10 é mais direito!
abraços!

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Posse no IAB e o apoio dos amigos


No último dia 20 de outubro tomei posse como membro do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), cuja sede é no Rio de Janeiro.  Destaco, especialmente, que minha nomeação deve-se, sobretudo, ao reconhecimento nacional da excelência na qualidade do ensino jurídico proporcionado no Curso de Direito da UNESC.

Na oportunidade tive a honra de contar com a presença do advogado e amigo Robinson Kraemer, Presidente da OAB, subseção de Criciúma. Agradeço, profundamente, o privilégio de ter sido prestigiado pelo colega. Não poderia deixar de agradecer também aos amigos que nos mandaram mensagens de apoio via twitter, mensagens no celular, Orkut, e-mail, etc.

A todos vocês o meu muito obrigado!

*Na foto da esquerda pra direita: Robinson Kraemer (OAB), Victória Sulock (IAB), Fernando Drumond (IAB) e eu

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Graziano disputa reeleição na coordenação do Direto

*Por Fernanda Rodrigues

   Encabeçada pelo atual coordenador, o professor doutor Sérgio Francisco Carlos Graziano Sobrinho, a chapa 2, assinou sua inscrição para disputa da coordenação do curso de Direito da Unesc, em Criciúma, na presença de grande número de alunos e professores apoiadores. Pela primeira vez, duas chapas entraram no pleito e, a partir da homologação, prevista para o dia 18, segunda-feira, poderão iniciar suas campanhas dentro do Campus, incluindo visitas às salas de aula. Aproximadamente 1,3 mil alunos e 55 professores possuirão direito a voto na eleição marcada para o dia 10 de novembro.
   Entre as propostas de Graziano e seu adjunto, João Carlos Medeiros Rodrigues Júnior, estão fortalecer o ensino e incentivar ainda mais a pesquisa e a extensão nos próximos três anos de mandato. Foi durante a gestão de Graziano que o curso conquistou o selo OAB Recomenda, mantido até o momento, o que o coloca entre os 180 melhores do País. Além disso, o Direito da Unesc é o curso que mais aprova no exame da ordem da OAB em Santa Catarina, depois Universidade Federal (UFSC). Também partiu da atual coordenação a proposta para a instalação da vara universitária no Campus, ideia aceita pela reitoria e pelo presidente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina.
   Conforme o candidato à reeleição, a criação da chapa 2 foi um consenso nas três plenárias realizadas com os alunos e professores. “O curso está crescendo e aumentando a qualidade tanto administrativamente quanto de ensino, tanto que está atualmente entre os melhores cursos do País”, destaca.


*Ápice Comunicação Empresarial

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Nos corredores do Supremo fala-se em Impeachment de Gilmar Mendes


*Por Walter Maierovitch

A matéria apresentada pelo Jornal Folha de S. Paulo é de extrema gravidade. Pelo noticiado, e se verdadeiro, o ministro Gilmar Mendes e o candidato José Serra tentaram, por manobra criminosa, retardar julgamento sobre questão fundamental, referente ao exercício ativo da cidadania: o direito que o cidadão tem de votar.

Atenção: Gilmar e Serra negam ter se falado. Em outras palavras, a matéria da Folha de S.Paulo não seria verdadeira.

Pelo que se infere da matéria, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes interrompeu o julgamento do recurso apresentado pelo PT. Pela ação proposta, considera-se inconstitucional a obrigatoriedade do título eleitoral, acrescido de um documento oficial com fotografia.

O barômetro em Brasília indica alta pressão. Pressão que subiu com o surpreendente pedido de “vista” de Mendes. E que chegou no vermelho do barômetro com a matéria da Folha. Ligado o fato “a” (adiamento) com o “b” (pedido de Serra), pode-se pensar no artigo 319 do Código Penal: crime de prevaricação.

Já se fala entre políticos, operadores do Direito e experientes juristas, caso o fato noticiado na Folha de S.Paulo tenha ocorrido e caracterizado o pedido de Serra para Gilmar “parar” o julgamento, em impeachment do ministro.

O impeachement ecoa na “rádio corredor” do Supremo. E por eles circulam ministros e assessores.

Com efeito. O julgamento da ação proposta pelo PT transcorria sem sobressaltos. Não havia nenhuma dificuldade de ordem técnica-processual. Trocando em miúdos, a matéria sob exame dos ministros não tinha complexidade jurídica. Portanto, nenhuma divergência e com dissensos acomodados e acertados.

Sete ministros já tinham votado pelo acolhimento da pretensão apresentada, ou seja, ao eleitor, sem título eleitoral, bastaria apresentar um documento oficial, com fotografia. A propósito, a ministra Ellen Gracie observou que a exigência da lei “só complica” o exercício do voto.

O que surpreendeu, causou estranheza, foi o pedido de vistas de Gilmar Mendes. Como regra, o pedido de vistas ocorre quando a matéria é de alta complexidade. Ou quando algum ministro apresenta argumento que surpreende, provocando a exigência de novo exame da questão. Isso para que quem pediu vista reflita, mude de posição ou reforce os argumentos em contrário.

Também causou estranheza um pedido de vista de matéria não complexa, quando, pela proximidade das eleições, exigia-se urgência.

Dispensável afirmar que não adianta só a decisão do Supremo. É preciso tempo para a sua repercussão. Quanto antes for divulgado, esclarecido, melhor será.

Terceiro ponto: a votação no plenário do STF se orientava no sentido de que a matéria era de relevância, pois em jogo estava o exercício da cidadania. A meta toda era, como se disse no julgamento,  facilitar e não complicar o exercício da cidadania, que vai ocorrer, pelo voto, no próximo domingo, dia das eleições.

Um pedido de vista, a esta altura, numa questão simples, em que os sete ministros concluíram que a lei sobre a apresentação de dois documentos para votar veio para complicar, na realidade, dificultava esse mencionado exercício de cidadania ativa (votar).

O pedido de vista numa questão que tem repercussão, é urgente e nada complexa, provocou mal-estar.

Os ministros não querem se manifestar sobre a notícia divulgada pela Folha, uma vez que, tanto José Serra quanto Gilmar Mendes negaram. Mas vários deles acham que a apuração do fato, dado como gravíssimo, se for verdadeiro, é muito simples. Basta quebrar o sigilo telefônico.

Pano rápido. Como qualquer toga sabe, a matéria da Folha de S.Paulo é grave porque envolve, caso verdadeira, uma tentiva de manipulação que prejudica o direito de cidadania. Trata-se de um ministro do Supremo, que tem como obrigação a insenção. Serra e Mendes desmentiram. A denúncia precisa ser apurada pelo Ministério Público e, acredita-se, que a dra Cureau não vai deixar de apurar e solicitar, judicialmente, a quebra dos sigilos telefônicos de Serra e Mendes.

A única forma de se cassar um ministro do Supremo, já que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) não tem poder correcional sobre eles, é o impeachment. Ministros do Supremo só perdem o cargo por impeachment.

O único caminho, quando se trata de grave irregularidade, de crime perpetrado — e esse caso, se comprovado, pode ser caracterizado como crime —, é o impeachment.

Na historiografia judiciária brasileira nunca houve impeachment de ministro do STF. Já houve cassação pela ditadura militar, e por motivo ideológico